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Mostrando postagens de Maio 1, 2009

Preocupação aumenta...

O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (1) que monitora agora sete casos suspeitos de gripe suína no Brasil: três em Minas Gerais, dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um no Espírito Santo. Ainda há 41 casos investigados em 13 estados. No Pará, há um caso que já foi descartado.

ASSU É CAMPEÃO POTYGUAR...

Jogando em Caicó na tarde desta sexta, o time de Assu conquistou o inédito título estadual ao perder do Potyguar-CN pelo placar de 2 a 1, no estádio Marizão. Beneficiado pela goleada no primeiro jogo da decisão, quando venceu por 4 a 1, os assuenses poderiam perder até por dois gols que ainda assim ficariam com o título. Os gols da partida foram todos marcados por jogadores do Vale, com Leandro Mineiro e Lano anotando contra em favor do Potyguar, e Luciano Paraíba descontando para o Assu. Além do título histórico, o ASSU garantiu a vaga do estado na Série D do Brasileirão.

Dia do Trabalho. Sabe como começou?

O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época. Milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos e exigir a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Naquele dia, manifestações, passeatas, piquetes e discursos movimentaram a cidade. Mas a repressão ao movimento foi dura: houve prisões, feridos e até mesmo mortos nos confrontos entre os operários e a polícia. Em memória dos mártires de Chicago, das reivindicações operárias que nesta cidade se desenvolveram em 1886 e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores pelos seus direitos, servindo de exemplo para o mundo todo, o dia 1º de maio foi instituído como o Dia Mundial do Trabalho.

SUPREMO DERRUBA LEI DE IMPRENSA...

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira (30), por maioria, derrubar a Lei de Imprensa. Sete ministros seguiram o entendimento do relator do caso, Carlos Ayres Britto, de que a legislação é incompatível com a Constituição Federal. Três foram parcialmente favoráveis à revogação, e apenas o ministro Marco Aurélio votou pela manutenção da lei. A ação contra a lei 5.250 foi ajuizada pelo PDT (Partido Democrático Trabalhista). O julgamento começou no dia 1º de abril, quando o relator, ministro Carlos Ayres Britto, votou pela total revogação, argumentando que a lei, editada em 1967, durante o regime militar (1964-1985), é incompatível com a Constituição Federal de 1988. O ministro Eros Grau acompanhou o relator.